E lá estou eu, parado no ponto de ônibus esperando-o debaixo de um pequeno toldo como qualquer outra pessoa ali amontoada tentando se proteger da chuva que caia incansavelmente.
Vários ônibus passavam. De várias rotas.
Várias pessoas chegavam e saiam. Por várias e várias vezes, mas o que aguardava parecia estar vindo de ré com os pneus furados.
